No Dia Mundial do Rim, saiba mais sobre o Câncer renal

O Câncer renal cresce a cada ano no mundo todo, o diagnóstico precoce é fundamental para que o tratamento seja eficaz. Por isso, mantenha seus exames sempre em dia.


Mantenha seus exames em dia e consulte seu médico sempre que achar necessário.
 
Hoje (14.03) é celebrado o Dia Mundial do Rim, a data foi criada a fim de chamar a atenção das pessoas para a prevenção das doenças renais, como o câncer de rim. É importante fazer um alerta para o diagnóstico precoce dessa doença, para que seu tratamento seja mais eficaz. De acordo com o oncologista Dr. Antonio Cavaleiro de Macedo, são diagnosticados mais de 4.000 casos por ano (conforme dados da Organização Mundial da Saúde para o Brasil em 2008). “Aproximadamente metade dos casos da doença são diagnosticados em pacientes assintomáticos (que não apresentam sintomas) durante a realização de exames de imagem feitos por outros motivos”, explica o oncologista. 
O câncer de rim normalmente se apresenta em pessoas entre os 60 e 70 anos de idade, e mais frequente nos homens. Os principais sinais que identificam a doença são: sangue na urina e dor na região lombar, sintomas que podem ser facilmente confundidos com outras enfermidades. 
Existem dois tipos de tratamento para o câncer renal, quando o mesmo está localizado no rim apenas, é realizada cirurgia (com retirada total ou parcial do órgão afetado). E nos casos em que o câncer já se espalhou para outros órgãos (metástase), além da cirurgia, é recomendado o uso de medicamentos. Atualmente existe uma opção moderna de tratamento: as terapias-alvo, que são menos agressivas do que a tradicional quimioterapia. Esse tipo de terapia age diretamente nas células doentes, preservando as células saudáveis, minimizando os efeitos colaterais e possibilitando assim, mais qualidade de vida para o paciente e até o dobro do tempo de sobrevida.

Proteja-se das doenças de verão

É fácil passar longe dos problemas de pele mais comuns no calor! Saiba como evitá-los


Evite estragar o seu verão tomando medidas simples

Quando esquenta, é preciso ter ainda mais cuidado com a pele, que sempre sofre as consequências do excesso de calor. Além de ficar alerta para não abusar do sol, é preciso se lembrar de beber muita água, usar hidratante depois do banho e evitar produtos caseiros sem recomendação médica. Tudo isso previne o aparecimento de alergias, infecções e coceiras. Siga as dicas do alergista da Associação Paulista de Medicina Clóvis Galvão para passar o verão longe de problemas desse tipo.
Insetos: um dos vilões
A principal causa de alergias no verão são as picadas de insetos.
Os dermatologistas aconselham a evitar o uso de produtos caseiros sem orientação médica. Nada de misturar um monte de cremes diferentes e sair ao sol, porque essa mistura pode deixar sua pele irritada.
Os sintomas de alergia mais comuns são manchas vermelhas, muita coceira e descamação na pele.
Antes de tomar qualquer comprimido, xarope ou usar pomada, consulte um médico. O remédio que fez bem para sua vizinha pode não solucionar o seu problema, e até piorar a situação! Não vacile.
Se você tem sensibilidade a picadas de mosquito...
Evite
Ficar ao ar livre ao entardecer e em lugares com grande concentração de insetos.
Use e abuse
Repelentes são essenciais para quem tem esse problema. Você pode aplicar no corpo ou usar no ambiente - há até velas aromatizadas que afastam os bichinhos! As opções naturais de citronela ou andiroba são as mais indicadas.
Como evitar micoses, brotoejas, assaduras...
Com o tempo quente, você sua mais e abre o caminho para os fungos, que adoram se alojar em locais quentinhos e úmidos. É assim que aparecem problemas como micoses e brotoejas. Veja como se cuidar:
FRIEIRA/MICOSE
A frieira é um tipo de micose. A micose é uma infecção causada por fungos. Provoca coceira, descamação e vermelhidão.
Os lugares mais comuns para elas aparecerem são pés, virilhas, barba e embaixo das mamas.
Para evitar, seque-se muito bem, especialmente entre os dedos dos pés. Não ande descalça em piscinas e nos banheiros públicos.
O tratamento é feito com medicamentos orais ou pomadas.
BROTOEJA
São bolinhas com água que coçam e deixam a pele toda avermelhada.
Os lugares mais comuns são as regiões onde mais suamos e onde a pele também é ressecada, como axilas, costas, a parte de trás dos braços e laterais das coxas.
Para evitar, hidrate bem a pele e beba muito líquido. Evite roupas de tecidos sintéticos e banhos demorados com água excessivamente quente.
Outra recomendação dos médicos é usar pasta d¿água nas feridas. Fácil de achar em qualquer farmácia, ela alivia a sensação de coceira.
ASSADURA
Acontece quando algo está irritando a pele. Um exemplo é quando uma pessoa mais gordinha fricciona uma perna na outra ao andar. O suor funciona como um fator irritante no local.
Para evitar, seque bem essas regiões depois de lavá-las. Você também pode usar cremes para acabar com o atrito (pomadas usadas no bumbum de bebês são ótimas para isso).
BICHO GEOGRÁFICO
É um parasita encontrado nas fezes de animais domésticos.
Quando entra em contato com o ser humano, o verme tenta penetrar no organismo. Como não consegue, fica andando superficialmente pela pele.
Comum em crianças, é mais fácil de pegar essa larva em praias ou parquinhos ao pisar ou sentar na areia infectada por fezes de animais.
Não existe uma maneira direta de se prevenir, mas vale procurar praias e parquinhos que não sejam poluídos.
Para tratar o problema, a pessoa precisa tomar medicamentos ou usar pomadas, dependendo da gravidade do caso.

Veja seis verdades sobre intolerância alimentar

O que você precisa saber sobre o mal que pode estragar o prazer de uma boa refeição


Algumas pessoas têm intolerância à lactose, mas o leite não é o único culpado

1. O problema pode ser confundido com alergia
Reações físicas à comida são comuns. Quase sempre trata-se de intolerância, e não de alergia. Mas, como têm sintomas semelhantes, há confusão entre os males, o que pode atrasar o diagnóstico. Alergia é a resposta imunológica do organismo ao reconhecer algo que julga prejudicial e digno de combate. A intensidade independe da quantidade de substância "inimiga" ingerida. Resulta em coceira na pele, na garganta e nos olhos e inchaço no rosto, entre outros sintomas. Já a intolerância, segundo a médica Ariana Yang, do Ambulatório de Alergia Alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo, é a incapacidade de metabolizar um alimento por deficiência ou ausência da enzima necessária para isso. Nesse caso, quanto mais comer o que faz mal, pior.
2. Não se trata de uma doença grave
Diferentemente da alergia, que pode levar a reações sérias e fatais - a exemplo do edema de glote, inchaço que faz cessar a respiração -, a intolerância não é perigosa. Causa desconfortos digestivos, como cólicas, gases, diarreias e náuseas. Os sintomas podem surgir horas ou até dias após o consumo da substância intolerada. A intensidade do quadro depende não só da quantidade ingerida do alimento desencadeador como de quanto da enzima essencial para sua digestão a pessoa produz. Se o foco do problema é eliminado da dieta, os incômodos somem. "Já os danos causados por alergias demoram a desaparecer", diz o gastroenterologista Jaime Zaladek Gil, do paulistano Hospital Albert Einstein.
3. Em algum momento todos vão ter
A hipersensibilidade à lactose, causada por uma baixa de lactase (enzima essencial para o processamento do açúcar do leite), é a intolerância mais comum. Segundo estimativas brasileiras, ela atinge quase 70% das pessoas em algum momento da vida. Mas um grupo de especialistas vai além e defende que, em graus diferentes, todo mundo apresenta alguma reação alimentar adversa pelo menos uma vez na vida. "A intolerância é uma predisposição individual", define a médica Ariana Yang. Em quem já tem a tendência, o consumo excessivo de certo alimento pode dificultar a digestão, gerando um episódio. Outros fatores, no entanto, podem tornar a pessoa intolerante. De acordo com o gastroenterologista Jaime Gil, existe o risco de infecções ou cirurgias que encurtam o intestino fazerem o corpo perder a capacidade de absorver determinada substância.
4. Dá para comer o que causa a intolerância.
Se na alergia é essencial banir da mesa o agente causador, em quase todas as intolerâncias é possível mantê-lo no menu em pequenas porções, sem desconforto. Para tanto, é preciso descobrir, usando o método de tentativa e erro, o limiar de aceitação do organismo e evitar ultrapassá-lo. A exceção é a intolerância ao glúten, presente em pães, biscoitos, macarrão e outras massas à base de trigo. Aí a restrição total é obrigatória, pois o consumo dessa proteína por quem não a digere bem pode causar câncer de intestino. Já quem tem intolerância à lactose conta com cápsulas para repor a enzima lactase. "A proposta não é ingerir todo dia, mas dar à pessoa a chance de consumir lactose de vez em quando", explica Ariana Yang.
5. O leite não é o único vilão
A mais comum de todas as hipersensibilidades, a intolerância à lactose, normalmente não se manifesta logo no começo da vida, quando o organismo produz em quantidade adequada a enzima necessária para metabolizar esse açúcar. É mais frequente que o corpo perca depois, progressivamente, a capacidade de produzir lactase e os desconfortos comecem a surgir. Isso pode ocorrer ainda na infância ou só na fase adulta. Mas o leite não é o único vilão nessa seara. Nem o glúten. Os sulfitos (substâncias conservantes usadas nos vinhos), as tiraminas, presentes em queijos e chocolates, e os corantes são fontes frequentes de intolerância. E, relembrando, qualquer alimento consumido em excesso pode provocar mal-estar no sistema digestivo. "O intestino é uma verdadeira barreira imunológica", afirma a nutricionista funcional Daniela Jobst, de São Paulo.
6. É possível passar anos sem um diagnóstico
Como os sintomas podem ser vagos e nem sempre são contínuos, há quem passe anos - ou até a vida inteira - sem descobrir a causa de desconfortos gastrointestinais, segundo a alergista Ariana. Ao desconfiar de que é intolerante a algo, pesquise, com base em observação e testes, se existem comidas específicas que disparam os sintomas. Em seguida, procure um médico para obter um diagnóstico preciso. Manter um diário alimentar vai ajudá-la a fazer sua parte. Com as anotações, será fácil identificar o que as refeições dos dias em que a indisposição surge têm em comum. Outra maneira eficiente de achar o que faz mal é, aos poucos, excluir os alimentos suspeitos da dieta até se livrar do mal-estar. Depois, reintroduza-os, um a um, para se certificar de qual deles acende a luz vermelha. "Com a intolerância controlada, o intestino se regulariza, o humor e o sono melhoram, as doenças respiratórias somem e as dores de cabeça ficam menos frequentes", afirma a nutricionista Daniela.

Saiba quais são os efeitos do jet lag no organismo

A mudança brusca de fusos horários nas viagens causa alguns problemas, como cansaço, irritação, insônia e até câncer


Quem viaja frequentemente sabe como é difícil se adaptar ao fuso-horário

Você viaja muito e sofre com o fuso-horário? Demora para voltar à rotina? Fica com sono o dia inteiro? Veja, abaixo, algumas dicas de como amenizar esses sintomas.

1. Relógio biológico
O ciclo de funcionamento do corpo tem cerca de 24 horas de duração e é influenciado pelas noções de claro e escuro. É o ritmo circadiano: ao anoitecer, menos luz chega à retina, que envia uma mensagem ao núcleo supraquiasmático. Por sua vez, a estrutura manda a glândula pineal produzir o hormônio melatonina, cuja maior função é preparar o terreno para o sono.

2. Pilhas descarregadas
A melatonina é responsável por dar sinal verde à secreção de insulina, hormônio que trabalha para colocar a glicose - fonte de energia - dentro das células de todo o corpo. Na viagem, a liberação de insulina acontece em descompasso com o novo fuso, o que pode causar problemas no sistema digestivo e aumentar o cansaço e a fadiga.

3. Bocejos desencontrados
Ao se deparar com horários diferentes dos quais está acostumado, o relógio biológico do viajante entra em parafuso: a melatonina é produzida seguindo os intervalos anteriores e a vontade de ir para debaixo do edredom aparece em momentos que não batem com a nova realidade.

4. Cuidado com o turista bravo
A substância indutora de sono tem uma forte relação com hormônios que promovem o bem-estar. Quando esses agentes da alegria não vêm à tona, surgem a irritação e a rabugice, também impulsionadas pelas noites maldormidas e pela secreção de cortisol, um hormônio estressante. Em situações extremas, uma leve depressão não está descartada.

5. Viajar não é saudável?
Para profissionais que se expõem cronicamente ao jet lag, casos de pilotos e aeromoças, a situação é mais complicada. Em longo prazo, a melatonina desregulada traz problemas na circulação, no sistema imunológico e pode até mesmo patrocinar o surgimento de tumores.

Como driblar o descompasso?   Estratégias que garantem uma estada mais tranquila.
· Habitue-se antes
Durma mais cedo ou mais tarde nos dias que antecedem o passeio, acostumando-se aos poucos ao fuso do local.
· Cuidado com a alimentação
Não exagere na comida e na bebida antes do voo.
· Use óculos escuros
Você controla a luz que chega aos seus olhos e ajuda o corpo a se adaptar.
· Tenha uma pescoceira
Ela garante mais conforto e uma posição correta para os cochilos no avião.
· Coloque fones de ouvido
Valem também os protetores auriculares. Os dois abafam o som ambiente.
· Arrume o relógio
Antes de pousar em seu destino, acerte os ponteiros com a hora local.
· Respeite os novos horários
Ao chegar, seja insistente: faça suas atividades de dia e procure deitar-se à noite.

O que é preciso fazer de verdade para emagrecer?

Pedimos a um time de especialistas que traduzisse as recomendações nutricionais em conselhos rápidos e práticos


mulher bebendo água
Não é fácil seguir à risca os conselhos para perder peso, mas veja essas dicas para levar a vida mais leve

Recomendações gerais de uma dieta, como obedecer à pirâmide dos grupos alimentares, comer de 3 em 3 horas e beber 2 litros de água por dia, não podem ser deixadas de lado. Mas para emagrecer na vida real é preciso mais do que isso, já que as tentações são muitas.

Assuma a paixão pela carne
"Caso você compare a quantidade de gordura de um bife de filé-mignon com a de um filé de peito de frango, se surpreenderá: o teor é quase o mesmo, com a diferença de que a carne bovina tem mais zinco, ferro e vitamina B12", afirma a americana Catherine Friend, autora de The Compassionate Carnivore (inédito no Brasil). A recomendação de ingestão de proteína para mulheres saudáveis é de 0,8 a 1 g por quilo de peso corporal. Lembre-se: uma porção de 30 g de carne é semelhante ao tamanho da palma da mão de uma mulher adulta.

E cultive o lado vegetariano
"Para preservar a cintura fina, vegetais devem estar presentes nas refeições", afirma Mark Bittman, autor de Tudo e Mais um Pouco (Ed. Leya). Proteínas de origem vegetal, como feijão, lentilha, soja, grãode- bico, amêndoa e noz, possuem teor reduzido de gordura e quantidade significativa de fibras e ômegas 3 e 6, contribuindo para a ingestão das gorduras boas de que o organismo precisa. Consuma um desses alimentos uma vez ao dia, como uma porção de feijão ou meia xícara de nozes.

Tome água antes das refeições
Uma pesquisa da Universidade Virgina Tech, nos EUA, mostrou que tomar 2 ou 3 copos de água antes de sentar à mesa enxuga até 2 kg. "Ingerir mais água e menos bebidas adocicadas é uma estratégia simples de controlar o peso", afirma Brenda Davy, coautora do estudo.

Tempere com limão espremido
"O limão é minha arma secreta", diz a americana Katie Lee Joel, autora de The Comfort Table (inédito no Brasil). A dica é simples: derrame o suco de um limão ou salpique raspas da casca sobre vegetais em vez de usar óleo, azeite, manteiga ou sal. "Prepare o espinafre sauté com 1 colher (chá) de azeite e adicione o suco do limão por cima. Você terá um prato cheio de sabor e com pouquíssimas calorias", diz Katie.

Desligue o fogo antes
Você está acostumada a ferver bastante a sopa, grelhar bem o filé de frango e deixar os legumes no vapor até ficarem molinhos. A partir de agora, apague o fogo 3 minutos antes do que está habituada. "Cozinhar os alimentos em excesso remove sabor e nutrientes", afirma Merrill Stubbs, cofundador do site Food52.com. "Mesmo que você retire o alimento do fogo, seu calor intrínseco continua cozinhando-o por alguns instantes."

Reserve espaço para os ovos
"Sempre compro uma dúzia de ovos, cozinho e como em pequenos lanches ao longo da semana", diz Katie Lee. Um ovo tem apenas 70 calorias e é fonte de proteína, vitamina D, ferro e ômega 3. Ele ainda é rico em luteína e zeaxantina, principais antioxidantes presentes nas membranas oculares. Por isso, também previne a degeneração ocular.

Peça duas entradas em vez do menu degustação
As porções dos restaurantes costumam ser enormes. Se encarar o menu degustação, então, prepare-se para ingerir mais calorias do que deve. A sugestão da nutricionista americana Lisa Drayer é pedir duas entradas ou apetitivos em vez do menu completo, que inclui entrada, prato principal e sobremesa.

Faça seu próprio molho de salada
Da mesma maneira que deve evitar óleo e manteiga para refogar vegetais e legumes, não use temperos prontos em saladas. "Muitos contêm alta taxa de frutose", afirma Stephen Perrine, autor de The New American Diet (inédito no Brasil). Além de calóricos, eles abusam de sal e conservantes. Uma saída clássica é fazer um molho de limão com azeite. Deixe a receita mais saborosa acrescentando mostarda, vinagre balsâmico, alho e ervas aromáticas.

Comece pela sopa
As sopas geram sensação de saciedade se tomadas antes das refeições. "Deixá-las congeladas vai ser mais prático para o seu dia a dia", afirma a nutricionista Marlise Potrick Stefani, da clínica Nutritécnica, em São Leopoldo (RS). "Aproveite sobras como ossos, pontas de carne, cabos de temperos verdes e casca de cenoura para fazer caldos de carne, galinha e legumes."

Pense antes de beber
Não basta trocar o refrigerante pelo suco de laranja ou a cerveja pelo vinho quando se quer perder medidas. "Algumas bebidas, além de apresentarem função antioxidante, são classificadas como termogênicas, ou seja, aumentam o metabolismo por apresentarem mais dificuldade de ser digeridas pelo organismo, como o chá verde", diz Heloisa Guarita, diretora técnica e nutricionista da RG Nutri Consultoria Nutricional, em São Paulo.

Limpe o fígado
Desintoxicar o fígado é peça-chave em dietas. Dois vegetais que ajudam nessa tarefa são brócolis e couve-flor. "Consuma pelo menos duas vezes por semana em forma de salada ou em ingredientes de pratos como macarrão com brócolis, couve-flor gratinada e seleta de legumes", recomenda Tarcila Beatriz Ferraz de Campos, mestre em ciências com ênfase em fisiologia endócrina pela USP.

Vire um bezerro
Fontes de cálcio reduzem o processo de lipogênese, isto é, a formação da gordura. Consuma iogurte natural, leite desnatado, queijos, peixe, agrião e avelã. Para suprir a recomendação diária de 800 mg de cálcio, Tarcila sugere meio copo de coalhada e 2 colheres (sopa) de aveia no café da manhã. No almoço, 1 filé de salmão, 1 pires de agrião, 2 colheres (sopa) de beterraba e 2 colheres (sopa) de arroz.

Vá para a cozinha
"A comida caseira é sempre mais saudável do que a servida nos restaurantes", diz Bittman. Isso porque você controla a quantidade de óleo e sal de pratos triviais como arroz e purê de batata. Maneire nas idas ao quilo, ao japonês e à churrascaria. Seu bolso e seu estômago agradecem.

Aposte em complementos naturais
Nada de manteiga ou queijo ralado para dar aquele gostinho especial à comida. Uma porção de parmesão chega a 100 calorias. Marlise recomenda acrescentar sementes de linhaça ao prato, uma maneira fácil de incluir no cardápio fibras, ômega 3 e ácidos graxos. Se não gostar do seu sabor, experimente sementes de abóbora ou girassol, fontes de fibra e gordura saudável.

Escolha a opção mais estranha do menu
"Carnes não usuais tendem a ser mais saudáveis por terem sido cultivadas organicamente ou produzidas em pequena escala, sem grandes operações que pedem fazendas cheias de pesticidas", acredita Stephen Perrine. Nesse sentido, prefira coelho, pato e avestruz a porco, carne de vaca e frango.

Polvilhe canela e orégano
"A canela regula a quantidade de açúcar no sangue e previne o Alzheimer, assim como o orégano é aliado contra o câncer", diz Keri Glassman, autora de The O2 Diet (inédito no Brasil). Salpicar canela no leite e orégano nos vegetais salteados é uma boa saída. "Ou amasse uma fruta, aqueça-a no micro-ondas e polvilhe canela e adoçante", sugere Sylvia Gracie, especialista em nutrição esportiva pela Unifesp.

Preserve o gostinho de quero mais
Pare de comer antes de sentir a barriga cheia e pesada. Para saber o momento certo, use a regra: em uma escala de 1 a 10, você fica muito estufada com 10. Largue o garfo quando estiver no nível 8. Aos poucos, tente fazer isso na escala 6. Você vai se sentir e parecer melhor e mais saudável.

Levante e coma
"Tome um café da manhã que contenha fibra, proteína e um pouco de gordura. A combinação ativa o metabolismo e gera saciedade até a hora do almoço", diz Keri Glassman. "Minha primeira refeição do dia é uma fatia de torrada integral com pasta de amendoim ou ovos mexidos e uns morangos." Bonus: uma pesquisa mostrou que tomar café da manhã ajuda a perder peso sem sofrer do efeito ioiô.