Proteja-se da herpes com os alimentos certos

Conheça os alimentos capazes de deixá-la bem longe do vírus da herpes, que costuma atacar com mais frequência no verão

herpes
Durante a manifestação da doença, evite alimentos como castanha de caju, amendoim e chocolate
 
Foto: Shutterstock/Reprodução MÁXIMA

Quando tomamos muito sol, nossas células de defesa podem ficar enfraquecidas, o que aumenta a incidência de herpes labial. A doença, causada pelo vírus HSV 1, também aparece por causa de estresse excessivo, trauma no local, uso de anticoncepcionais e outros remédios.

Está sentindo ardor, formigamento ou coceira no lábio? Fique atenta! Se em seguida surgirem bolhinhas agrupadas em forma de cacho de uva que se rompem virando feridas... É o vírus
atacando!

Segundo a dermatologista Luciana Rabello, presidente da Associação Brasileira de Dermatologia, cerca de 90% da população brasileira possui algum tipo de herpes. Porém, mesmo que você carregue o vírus, só 10% das pessoas sofrem com as feridas.

Nesse caso, o "bichinho" escapa do sistema nervoso, onde se aloja, e dá origem aos machucados, que são altamente contagiosos. Infelizmente, depois da primeira ocorrência do problema, ele tende a reaparecer de vez em quando. Mas, com uma alimentação adequada, é possível deixar o herpes longe de você.

Diga sim aos probióticos


Eles são encontrados nos leites fermentados ou em suplementos (cápsula ou sachê). Atuam na melhora de todas as funções do intestino, que através do seu sistema de defesa próprio, mantém a nossa saúde em dia. O ideal é tomar um pote de leite fermentado por dia.

Vale destacar que nem todos os produtos lácteos contêm probióticos. Antes da compra, leia o rótulo e identifique se nele há bifidobactérias ou lactobacilos.

Peixe e alho: dupla poderosa


Duas ou três vezes por semana, inclua esse tipo de carne no cardápio. Rica em ômega 3, ela é uma grande aliada do sistema imunológico. Já o tempero também faz maravilhas pela nossa imunidade - o ideal é consumi-lo cru, para usufruir de todos os benefícios que ele oferece.

Aminoácido do bem


A lisina ajuda a diminuir a multiplicação do vírus do herpes e, por isso, deve ser consumida com frequência. Vá de carne, peixe, ovo, quinoa, leite e derivados.

Sinal vermelho


Durante a manifestação da doença, evite alimentos ricos em arginina: castanha de caju, nozes, amendoim, chocolate, milho, semente de girassol e aveia. Em excesso, esse aminoácido estimula a proliferação do vírus.

Tire suas dúvidas sobre hepatite C

O contágio por hepatite C pode acontecer até com uma simples visita à manicure ou ao podólogo. Tire suas dúvidas sobre a doença e se previna!

manicure
Instrumentos como tesoura e espátula devem ser esterilizados para evitar o risco de contaminação
Foto: Dreamstime

São 170 milhões de portadores da doença no mundo, quase 2 milhões no Brasil. E, apesar do número expressivo, a população desconhece as principais formas de contágio da hepatite C. É isso que mostra uma pesquisa apresentada no XIV Simpósio Internacional de Terapêutica em Hepatite Viral, realizado em Salvador em setembro de 2011.

A seguir, Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira em Hepatologia explica como se prevenir:

Existe o risco de contágio na manicure e no podólogo?

Sim. O vírus da hepatite C - doença que leva à inflamação do fígado, cirrose e ao câncer hepático - é tão resistente que consegue sobreviver até uma semana em um alicate de unha. Todos os instrumentos cortantes, como tesoura e espátula, devem ser esterilizados em autoclave para evitar o risco de contaminação. Esse equipamento é comum nos consultórios dos dentistas e todo salão deve ter. Na dúvida, o melhor é levar o seu próprio kit para fazer as unhas.

Quais outras formas de contaminação com o vírus?

As mais comuns são pelo uso de seringas compartilhadas, transfusão de sangue, tratamento dentário, piercing e tatuagem - o vírus, inclusive, sobrevive na tinta.

É sexualmente transmissível?

A prática sexual é responsável por apenas 21% dos casos de hepatite C, não sendo a principal via de transmissão. Mas, uma vez que não há vacina, recomenda-se sempre o uso de camisinha.

É diferente das hepatites A e B?

A principal diferença entre as três hepatites é a forma de contágio. A transmissão da hepatite A se dá pela água e saliva contaminadas. Em 99% dos casos, a pessoa se cura sem a necessidade de tomar medicamentos. Já a contaminação da hepatite B acontece, sobretudo, por relações sexuais (50% dos casos), por contato com objetos contaminados, por meio de transfusão de sangue e uso de drogas injetáveis. A hepatite B também pode se tornar crônica e causar cirrose e câncer. A hepatite C é transmitida, principalmente, pelo sangue e a cada 100 indivíduos apenas 20 se curam. Além disso, existe vacina apenas para as hepatites A e B. O vírus C engana o sistema imunológico e, por isso, é difícil desenvolver uma vacina contra ele.

Como é feito o diagnóstico de hepatite C?

Ela é conhecida como uma doença silenciosa, porque os sintomas demoram anos para aparecer. Quando o paciente descobre que é portador, na maioria das vezes, a doença já está em fase avançada. O principal método de diagnóstico é a sorologia para anticorpos do vírus da hepatite C (HCV) pelo método ELISA. A presença do anticorpo anti-HCV significa que a pessoa teve contato com o vírus. Nesse caso, ela deve consultar um hepatologista, gastroenterologista ou infectologista, três especialidades habilitadas para lidar com a doença. O médico irá avaliar se o sistema imunológico foi capaz de eliminar o vírus ou se a infecção persiste e deverá ser tratada.

E existe cura?

Se diagnosticada precocemente, sim. Hoje, utiliza-se um tratamento à base de dois medicamentos - interferon com ribavirina ou do interferon peguilado associado à ribavirina. O tratamento dura de seis meses a um ano e provoca diversos efeitos colaterais, como náuseas, depressão, cansaço extremo, febre e dor de cabeça. Mas vale a pena: 50% dos casos de hepatite C crônica são revertidos. Ainda assim, o ideal é investir em prevenção.

Combata osteoporose, pressão alta e diabetes com vitamina D e banho de sol

Vitamina D combate osteoporose, pressão alta e diabetes! Mas só funciona se você tomar sol. Veja como aproveitar todos os seus benefícios!




Estudos recentes comprovam que vem crescendo o número de pessoas que estão com deficiência de vitamina D – mesmo sem ter esse diagnóstico, elas podem estar sentindo as consequências da falta dessa substância: são problemas como diabetes, insônia, depressão e até raquitismo em crianças e osteomalácia (deformação óssea dolorosa) em adultos, entre outros males. Sem ela, o corpo não consegue absor- ver o cálcio (que fortalece os ossos) e fica com a imunidade baixa, ou seja, sem proteção contra doenças.
A causa da carência dessa vitamina, que só é processada no organismo quando tomamos sol, é a mudança de hábitos de vida. Se antes as crianças brincavam na rua e os passeios eram em parques, hoje os filhos ficam na frente do computador e o passeio familiar é no shopping. Assim, cada vez mais, as pessoas ficam menos expostas ao sol e a produção de vitamina D cai. Veja como reverter esse quadro e ficar mais saudável!
Saiba mais sobre a vitamina D
É considerada um hormônio fundamental para o bom funcionamento do organismo, o desenvolvimento saudável dos ossos e o equilíbrio do nível de cálcio. Está presente em alguns alimentos, mas é principalmente produzida pelo corpo por meio de uma reação que só ocorre quando a pele (sem protetor solar) é exposta aos raios de sol.
Quais são seus benefícios?
Além de ser fundamental para o desenvolvimento dos ossos, a vitamina D fortalece o sistema imunológico (que protege o corpo), regula a pressão arterial, ajuda a combater o mal de Alzheimer, a demência e alguns tipos de câncer, como de mama e de próstata. E ajuda ainda a regular o nível de insulina, prevenindo o diabetes.
Mas atenção: só um exame de sangue pode identificar a falta de vitamina D no organismo. Para saber se esse é o seu caso, consulte antes um médico!