A saúde do seu corpo está na ponta dos dedos

Alterações de cor e de espessura nas unhas podem ser sinal de micose e até de doenças, como asma e bronquite. Já tirou o esmalte para dar uma checada?



Fique atenta aos sinais que suas unhas dão!

Suas unhas podem até estar lindas! Mas você já reparou qual aspecto delas quando tira o esmalte colorido? Pois é, deixá-las sem esmalte de vez em quando pode ser uma boa. “As unhas são um anexo da pele e mudanças em sua aparência podem sinalizar alterações nutricionais, infamatórias, metabólicas, micoses, infecções bacterianas, reações alérgicas e até tumores da pele”, alerta Francisco Le Voci, dermatologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Olhe cada uma de suas unhas com atenção para ver se não existe mudança de cor, se não surgiram manchas ou se estão mais grossas, por exemplo. Isso pode ajudá-la a detectar doenças logo no início. O quanto antes perceber, melhor será para tratar. Ao notar que suas unhas estão diferentes (normalmente todas apresentam o sintoma ao mesmo tempo), procure logo um especialista. Só ele poderá dizer se você tem mesmo um problema e indicar o tratamento mais adequado.
Os sinais que as unhas dão
Ficar atenta às unhas pode ajudar você a detectar problemas de saúde e tratá-los mais rapidamente. Conheça algumas alterações que podem indicar problemas:
Manchas brancas
Manchas esbranquiçadas, arredondadas ou com pequenos riscos podem ser sinal de micose!
Esbranquiçadas
Unhas esbranquiçadas e opacas costumam apontar problemas no fígado. É como se aquela parte branca próxima à raiz, chamada meia-lua, tivesse crescido! A alteração ocorre pela queda de albumina, substância produzida pelo órgão.
Manchas pretas
Podem ser indícios de um tumor benigno ou maligno, como o melanoma, tipo de câncer de pele. Muitas vezes, começa como uma pinta perto da cutícula que avança para parte da unha.
Amareladas
Se você não é fumante e perceber manchas amareladas isoladas em uma ou em várias unhas, fique esperta, pode ser sinal de micose. Geralmente a coloração começa em uma unha e vai se espalhando para as outras.
Com listras 
Unhas com duas colorações, geralmente com uma metade branca e a outra roxa, podem revelar sintomas de alterações no fígado.
Azuladas 
Doenças pulmonares, como enfisema, bronquite e asma, se refetem na ponta dos dedos. Como o sangue chega desoxigenado, deixa a superfície das unhas com uma tonalidade azul-arroxeada. O aspecto é o mesmo de quando estamos com frio.
Manchas brancas
Manchas esbranquiçadas, arredondadas ou com pequenos riscos podem ser sinal de micose.
Afinamento e fragilidade
Unhas quebradiças nas laterais ou com descamação nas pontas, parecendo massa folhada, podem indicar uma dieta desequilibrada, com falta de vitamina A e de ferro, por exemplo.
Alteração de espessura
Se as suas unhas estão engrossando e apresentando furinhos (como os de um dedal) pode ser psoríase, doença infamatória da pele.

Sem pedras no caminho

Saiba como prevenir o cálculo renal e siga os conselhos do urologista Eduardo Mazzucchi, do Hospital das Clínicas para ficar longe das dores


Previna-se dos cálculos renais bebendo muita água.
 

Tire suas dúvidas sobre os cálculos urinários, doença que atinge 5 a cada 100 pessoas, e siga os conselhos de Eduardo Mazzucchi, urologista do Hospital das Clínicas, para ficar longe das dores intensas. 
- O que são cálculos?
Cálculo é o termo médico utilizado para definir pedras que podem se formar dentro do nosso organismo.
- Em que órgãos eles costumam aparecer?
Os cálculos mais comuns se formam no sistema urinário (rins, ureteres e bexiga) e na vesícula biliar, um órgão do nosso aparelho digestivo.
- Que danos eles podem provocar no organismo?
Os cálculos tendem a causar infecção e destruição do órgão afetado, além de produzir dores de intensidade forte.
- Quais são as principais causas?
Alguns cálculos urinários surgem por falta de exercícios físicos, obesidade e desvios alimentares, como tomar pouca água e manter dieta com excesso de sal ou de carne vermelha. Outros têm origem em infecções urinárias crônicas e doenças como diabetes. Há também os que são provocados por medicamentos e aqueles sem causa esclarecida.
- Como se diagnostica?
Como muitas vezes não há sintomas da doença (as dores aparecem apenas quando o organismo tenta eliminar as pedras), ela é descoberta em exames de checape ou na investigação de outras doenças.O diagnóstico se faz com ultrassonografia e tomografia computadorizada.
- Existe tratamento?
O tratamento varia caso a caso. Frequentemente é preciso remover o cálculo por meio de cirurgia. Outro método utilizado é a implosão das pedras com aparelhos específicos. Em poucos casos recomenda-se o uso de medicamentos.
- A cirurgia é complicada?
Na maioria das vezes, a operação nem necessita de corte, sendo realizada pelo canal urinário ou através de pequenos furos na pele, que permitem a remoção dos cálculos.
- Dá para prevenir?
Sim, a prevenção compreende beber mais água, limonada e suco de laranja, comer menos sal e carne vermelha, praticar atividades físicas regularmente e controlar o peso. Ao contrário do que se imagina, é possível, sim, liberar o consumo de leite e seus derivados em portadores de cálculos do sistema urinário.

No Dia Mundial do Rim, saiba mais sobre o Câncer renal

O Câncer renal cresce a cada ano no mundo todo, o diagnóstico precoce é fundamental para que o tratamento seja eficaz. Por isso, mantenha seus exames sempre em dia.


Mantenha seus exames em dia e consulte seu médico sempre que achar necessário.
 
Hoje (14.03) é celebrado o Dia Mundial do Rim, a data foi criada a fim de chamar a atenção das pessoas para a prevenção das doenças renais, como o câncer de rim. É importante fazer um alerta para o diagnóstico precoce dessa doença, para que seu tratamento seja mais eficaz. De acordo com o oncologista Dr. Antonio Cavaleiro de Macedo, são diagnosticados mais de 4.000 casos por ano (conforme dados da Organização Mundial da Saúde para o Brasil em 2008). “Aproximadamente metade dos casos da doença são diagnosticados em pacientes assintomáticos (que não apresentam sintomas) durante a realização de exames de imagem feitos por outros motivos”, explica o oncologista. 
O câncer de rim normalmente se apresenta em pessoas entre os 60 e 70 anos de idade, e mais frequente nos homens. Os principais sinais que identificam a doença são: sangue na urina e dor na região lombar, sintomas que podem ser facilmente confundidos com outras enfermidades. 
Existem dois tipos de tratamento para o câncer renal, quando o mesmo está localizado no rim apenas, é realizada cirurgia (com retirada total ou parcial do órgão afetado). E nos casos em que o câncer já se espalhou para outros órgãos (metástase), além da cirurgia, é recomendado o uso de medicamentos. Atualmente existe uma opção moderna de tratamento: as terapias-alvo, que são menos agressivas do que a tradicional quimioterapia. Esse tipo de terapia age diretamente nas células doentes, preservando as células saudáveis, minimizando os efeitos colaterais e possibilitando assim, mais qualidade de vida para o paciente e até o dobro do tempo de sobrevida.

Proteja-se das doenças de verão

É fácil passar longe dos problemas de pele mais comuns no calor! Saiba como evitá-los


Evite estragar o seu verão tomando medidas simples

Quando esquenta, é preciso ter ainda mais cuidado com a pele, que sempre sofre as consequências do excesso de calor. Além de ficar alerta para não abusar do sol, é preciso se lembrar de beber muita água, usar hidratante depois do banho e evitar produtos caseiros sem recomendação médica. Tudo isso previne o aparecimento de alergias, infecções e coceiras. Siga as dicas do alergista da Associação Paulista de Medicina Clóvis Galvão para passar o verão longe de problemas desse tipo.
Insetos: um dos vilões
A principal causa de alergias no verão são as picadas de insetos.
Os dermatologistas aconselham a evitar o uso de produtos caseiros sem orientação médica. Nada de misturar um monte de cremes diferentes e sair ao sol, porque essa mistura pode deixar sua pele irritada.
Os sintomas de alergia mais comuns são manchas vermelhas, muita coceira e descamação na pele.
Antes de tomar qualquer comprimido, xarope ou usar pomada, consulte um médico. O remédio que fez bem para sua vizinha pode não solucionar o seu problema, e até piorar a situação! Não vacile.
Se você tem sensibilidade a picadas de mosquito...
Evite
Ficar ao ar livre ao entardecer e em lugares com grande concentração de insetos.
Use e abuse
Repelentes são essenciais para quem tem esse problema. Você pode aplicar no corpo ou usar no ambiente - há até velas aromatizadas que afastam os bichinhos! As opções naturais de citronela ou andiroba são as mais indicadas.
Como evitar micoses, brotoejas, assaduras...
Com o tempo quente, você sua mais e abre o caminho para os fungos, que adoram se alojar em locais quentinhos e úmidos. É assim que aparecem problemas como micoses e brotoejas. Veja como se cuidar:
FRIEIRA/MICOSE
A frieira é um tipo de micose. A micose é uma infecção causada por fungos. Provoca coceira, descamação e vermelhidão.
Os lugares mais comuns para elas aparecerem são pés, virilhas, barba e embaixo das mamas.
Para evitar, seque-se muito bem, especialmente entre os dedos dos pés. Não ande descalça em piscinas e nos banheiros públicos.
O tratamento é feito com medicamentos orais ou pomadas.
BROTOEJA
São bolinhas com água que coçam e deixam a pele toda avermelhada.
Os lugares mais comuns são as regiões onde mais suamos e onde a pele também é ressecada, como axilas, costas, a parte de trás dos braços e laterais das coxas.
Para evitar, hidrate bem a pele e beba muito líquido. Evite roupas de tecidos sintéticos e banhos demorados com água excessivamente quente.
Outra recomendação dos médicos é usar pasta d¿água nas feridas. Fácil de achar em qualquer farmácia, ela alivia a sensação de coceira.
ASSADURA
Acontece quando algo está irritando a pele. Um exemplo é quando uma pessoa mais gordinha fricciona uma perna na outra ao andar. O suor funciona como um fator irritante no local.
Para evitar, seque bem essas regiões depois de lavá-las. Você também pode usar cremes para acabar com o atrito (pomadas usadas no bumbum de bebês são ótimas para isso).
BICHO GEOGRÁFICO
É um parasita encontrado nas fezes de animais domésticos.
Quando entra em contato com o ser humano, o verme tenta penetrar no organismo. Como não consegue, fica andando superficialmente pela pele.
Comum em crianças, é mais fácil de pegar essa larva em praias ou parquinhos ao pisar ou sentar na areia infectada por fezes de animais.
Não existe uma maneira direta de se prevenir, mas vale procurar praias e parquinhos que não sejam poluídos.
Para tratar o problema, a pessoa precisa tomar medicamentos ou usar pomadas, dependendo da gravidade do caso.

Veja seis verdades sobre intolerância alimentar

O que você precisa saber sobre o mal que pode estragar o prazer de uma boa refeição


Algumas pessoas têm intolerância à lactose, mas o leite não é o único culpado

1. O problema pode ser confundido com alergia
Reações físicas à comida são comuns. Quase sempre trata-se de intolerância, e não de alergia. Mas, como têm sintomas semelhantes, há confusão entre os males, o que pode atrasar o diagnóstico. Alergia é a resposta imunológica do organismo ao reconhecer algo que julga prejudicial e digno de combate. A intensidade independe da quantidade de substância "inimiga" ingerida. Resulta em coceira na pele, na garganta e nos olhos e inchaço no rosto, entre outros sintomas. Já a intolerância, segundo a médica Ariana Yang, do Ambulatório de Alergia Alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo, é a incapacidade de metabolizar um alimento por deficiência ou ausência da enzima necessária para isso. Nesse caso, quanto mais comer o que faz mal, pior.
2. Não se trata de uma doença grave
Diferentemente da alergia, que pode levar a reações sérias e fatais - a exemplo do edema de glote, inchaço que faz cessar a respiração -, a intolerância não é perigosa. Causa desconfortos digestivos, como cólicas, gases, diarreias e náuseas. Os sintomas podem surgir horas ou até dias após o consumo da substância intolerada. A intensidade do quadro depende não só da quantidade ingerida do alimento desencadeador como de quanto da enzima essencial para sua digestão a pessoa produz. Se o foco do problema é eliminado da dieta, os incômodos somem. "Já os danos causados por alergias demoram a desaparecer", diz o gastroenterologista Jaime Zaladek Gil, do paulistano Hospital Albert Einstein.
3. Em algum momento todos vão ter
A hipersensibilidade à lactose, causada por uma baixa de lactase (enzima essencial para o processamento do açúcar do leite), é a intolerância mais comum. Segundo estimativas brasileiras, ela atinge quase 70% das pessoas em algum momento da vida. Mas um grupo de especialistas vai além e defende que, em graus diferentes, todo mundo apresenta alguma reação alimentar adversa pelo menos uma vez na vida. "A intolerância é uma predisposição individual", define a médica Ariana Yang. Em quem já tem a tendência, o consumo excessivo de certo alimento pode dificultar a digestão, gerando um episódio. Outros fatores, no entanto, podem tornar a pessoa intolerante. De acordo com o gastroenterologista Jaime Gil, existe o risco de infecções ou cirurgias que encurtam o intestino fazerem o corpo perder a capacidade de absorver determinada substância.
4. Dá para comer o que causa a intolerância.
Se na alergia é essencial banir da mesa o agente causador, em quase todas as intolerâncias é possível mantê-lo no menu em pequenas porções, sem desconforto. Para tanto, é preciso descobrir, usando o método de tentativa e erro, o limiar de aceitação do organismo e evitar ultrapassá-lo. A exceção é a intolerância ao glúten, presente em pães, biscoitos, macarrão e outras massas à base de trigo. Aí a restrição total é obrigatória, pois o consumo dessa proteína por quem não a digere bem pode causar câncer de intestino. Já quem tem intolerância à lactose conta com cápsulas para repor a enzima lactase. "A proposta não é ingerir todo dia, mas dar à pessoa a chance de consumir lactose de vez em quando", explica Ariana Yang.
5. O leite não é o único vilão
A mais comum de todas as hipersensibilidades, a intolerância à lactose, normalmente não se manifesta logo no começo da vida, quando o organismo produz em quantidade adequada a enzima necessária para metabolizar esse açúcar. É mais frequente que o corpo perca depois, progressivamente, a capacidade de produzir lactase e os desconfortos comecem a surgir. Isso pode ocorrer ainda na infância ou só na fase adulta. Mas o leite não é o único vilão nessa seara. Nem o glúten. Os sulfitos (substâncias conservantes usadas nos vinhos), as tiraminas, presentes em queijos e chocolates, e os corantes são fontes frequentes de intolerância. E, relembrando, qualquer alimento consumido em excesso pode provocar mal-estar no sistema digestivo. "O intestino é uma verdadeira barreira imunológica", afirma a nutricionista funcional Daniela Jobst, de São Paulo.
6. É possível passar anos sem um diagnóstico
Como os sintomas podem ser vagos e nem sempre são contínuos, há quem passe anos - ou até a vida inteira - sem descobrir a causa de desconfortos gastrointestinais, segundo a alergista Ariana. Ao desconfiar de que é intolerante a algo, pesquise, com base em observação e testes, se existem comidas específicas que disparam os sintomas. Em seguida, procure um médico para obter um diagnóstico preciso. Manter um diário alimentar vai ajudá-la a fazer sua parte. Com as anotações, será fácil identificar o que as refeições dos dias em que a indisposição surge têm em comum. Outra maneira eficiente de achar o que faz mal é, aos poucos, excluir os alimentos suspeitos da dieta até se livrar do mal-estar. Depois, reintroduza-os, um a um, para se certificar de qual deles acende a luz vermelha. "Com a intolerância controlada, o intestino se regulariza, o humor e o sono melhoram, as doenças respiratórias somem e as dores de cabeça ficam menos frequentes", afirma a nutricionista Daniela.

Saiba quais são os efeitos do jet lag no organismo

A mudança brusca de fusos horários nas viagens causa alguns problemas, como cansaço, irritação, insônia e até câncer


Quem viaja frequentemente sabe como é difícil se adaptar ao fuso-horário

Você viaja muito e sofre com o fuso-horário? Demora para voltar à rotina? Fica com sono o dia inteiro? Veja, abaixo, algumas dicas de como amenizar esses sintomas.

1. Relógio biológico
O ciclo de funcionamento do corpo tem cerca de 24 horas de duração e é influenciado pelas noções de claro e escuro. É o ritmo circadiano: ao anoitecer, menos luz chega à retina, que envia uma mensagem ao núcleo supraquiasmático. Por sua vez, a estrutura manda a glândula pineal produzir o hormônio melatonina, cuja maior função é preparar o terreno para o sono.

2. Pilhas descarregadas
A melatonina é responsável por dar sinal verde à secreção de insulina, hormônio que trabalha para colocar a glicose - fonte de energia - dentro das células de todo o corpo. Na viagem, a liberação de insulina acontece em descompasso com o novo fuso, o que pode causar problemas no sistema digestivo e aumentar o cansaço e a fadiga.

3. Bocejos desencontrados
Ao se deparar com horários diferentes dos quais está acostumado, o relógio biológico do viajante entra em parafuso: a melatonina é produzida seguindo os intervalos anteriores e a vontade de ir para debaixo do edredom aparece em momentos que não batem com a nova realidade.

4. Cuidado com o turista bravo
A substância indutora de sono tem uma forte relação com hormônios que promovem o bem-estar. Quando esses agentes da alegria não vêm à tona, surgem a irritação e a rabugice, também impulsionadas pelas noites maldormidas e pela secreção de cortisol, um hormônio estressante. Em situações extremas, uma leve depressão não está descartada.

5. Viajar não é saudável?
Para profissionais que se expõem cronicamente ao jet lag, casos de pilotos e aeromoças, a situação é mais complicada. Em longo prazo, a melatonina desregulada traz problemas na circulação, no sistema imunológico e pode até mesmo patrocinar o surgimento de tumores.

Como driblar o descompasso?   Estratégias que garantem uma estada mais tranquila.
· Habitue-se antes
Durma mais cedo ou mais tarde nos dias que antecedem o passeio, acostumando-se aos poucos ao fuso do local.
· Cuidado com a alimentação
Não exagere na comida e na bebida antes do voo.
· Use óculos escuros
Você controla a luz que chega aos seus olhos e ajuda o corpo a se adaptar.
· Tenha uma pescoceira
Ela garante mais conforto e uma posição correta para os cochilos no avião.
· Coloque fones de ouvido
Valem também os protetores auriculares. Os dois abafam o som ambiente.
· Arrume o relógio
Antes de pousar em seu destino, acerte os ponteiros com a hora local.
· Respeite os novos horários
Ao chegar, seja insistente: faça suas atividades de dia e procure deitar-se à noite.