Tá estressada? Durma de conchinha!

Pesquisas revelam que dormir de conchinha traz benefícios para o corpo que vão além do emocional

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Depois de um dia puxado, nada melhor que uma boa noite de sono, certo?

Mas os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, descobriram que há algo ainda mais eficaz para aliviar as tensões cotidianas: dormir de conchinha com o parceiro.
A posição mais consagrada pelos casais apaixonados mundo afora oferece variados benefícios à saúde. Para começar, dormir de conchinha diminui os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Isso acontece porque a gente fica se sentindo mais protegida e segura, relaxando de vez. Essa sensação é mais difícil de ocorrer quando dormimos sós.

Além disso, dormir bem acompanhada dá uma força para combater inflamações e ajuda na digestão. Então, chega junto no seu gato, amiga!

Reforce a imunidade no inverno com mel e derivados

Geleia real, mel, pólen e própolis: quatro remédios naturais capazes de fortalecer seu organismo

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As baixas temperaturas do inverno estressam o sistema imunológico. Nesta época, o apetite por frutas e verduras também diminui, já que, para reter energia e manter a temperatura, o corpo “pede” alimentos calóricos e pesados. Tem mais: para nos aquecer, ainda costumamos ficar em lugares fechados e com pouca ventilação. Tudo isso nos torna mais suscetíveis a pegar gripes, viroses e infecções. Mas dá para aproveitar a estação com saúde, tirando proveito dos benefícios de remédios naturais provenientes das abelhas, como mel, pólen, própolis e geleia real. Esta última, por exemplo, é rica em proteínas e vitaminas e tem ação anti-inflamatória: “Usada como complemento alimentar, ela reduz o cansaço, fortalece as defesas do corpo e combate infecções”, diz a nutricionista Thais Souza.

Saiba mais sobre o bem que esses produtos fazem e aprenda como usá-los a seu favor:

Mel: um doce medicamento
Fornece energia ao corpo, graças à alta taxa de açúcar. Ainda é um excelente antisséptico e antibiótico. Não deve ser fervido para não perder suas propriedades. Pode ser consumido puro, em sucos, vitaminas e frutas.

Conheça três tipos de mel e suas indicações

1. De flor de eucalipto: é recomendado para combater doenças respiratórias. Alivia a tosse e os sintomas de resfriados, bronquite, sinusite e dores de garganta.

2. De flor de laranjeira: acalma, alivia a insônia, regula o intestino e previne cãibras.

3. De flor do campo: combate as toxinas e regula o intestino.

Como escolher
- Prefira o produto cristalizado. Se ele for muito líquido, tem mais água do que deveria. E isso pode significar que foi adulterado ou mal processado.
- Use o poder do olfato. Você tem que sentir o cheiro característico. Por exemplo, se o mel é de flor de laranjeira e você desconfiar do odor, compre em outra loja.

Pólen: das flores para a mesa
Pequeno grão rico em proteínas que as abelhas colhem das flores e cujo valor nutricional é reforçado pela saliva do inseto (cheia de enzimas e vitaminas), usada para transportá-lo. É um excelente complemento alimentar, principalmente para atletas e idosos com perda muscular. Aumenta os anticorpos e protege contra asma e alergia. Regula o intestino e combate o envelhecimento. Fonte de cálcio, deixa ossos e dentes fortes. Pode ser consumido puro, usado no preparo de pães e bolos, ou adicionado a sucos, frutas e saladas. Basta uma colher (sopa) por dia.

Como escolher
- A embalagem deve ter o registro do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e estar bem vedada. Isso impede a passagem de umidade, que propicia a contaminação e sua deterioração. Os grãos também devem estar crocantes e soltos.

Própolis: como um antibiótico
Feito a partir de resinas de árvores, além de enzimas e secreções salivares das abelhas, é rico em flavonoides. Essas substâncias elevam a produção de anticorpos e atuam como cicatrizantes
e “antibióticos naturais” contra tosse e inflamações na garganta. O propólis pode auxiliar também no tratamento de incontinência urinária e combater a placa bacteriana nos dentes. Mas atenção: compre
apenas os produtos que são registrados pelo Ministério da Agricultura.

Como consumir
Em solução alcoólica: dilua em água, leite, suco ou mel. São 15 gotas da solução em ½ copo de uma dessas bebidas ou em 1 colher de mel. Para adultos, de 3 a 6 vezes por dia. Para crianças, use metade da dose, de 2 a 5 vezes ao dia. Crianças e grávidas devem usar extratos sem álcool.
Em spray: Aplique direto na boca e na garganta, várias vezes por dia.

Geleia real: um poderoso complemento alimentar
As abelhas transformam o pólen dentro do seu organismo nesse alimento (pasta esbranquiçada com sabor picante). Ele contém vitaminas, proteínas, sais minerais e aminoácidos e costuma ser usado como complemento alimentar. Dá energia, protege a memória, controla o colesterol, combate cansaço, anemia, prisão de ventre, infecções, sintomas da menopausa, envelhecimento precoce, gripes e resfriados.

Como consumir
Pode ser consumida pura, em jejum, ou misturada ao mel na proporção de 10 g para cada quilo de mel. Tome doses diárias de ½ g da mistura final.

4 mandamentos para vencer tumores

Novidades da Associação Americana de Câncer apontam atitudes simples que podem ajudar a eliminar tumores ou impedir que eles voltem

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A Sociedade Americana de Câncer divulga as novas recomendações no estilo de vida que ajudam a suprimir a doença e a impedir que ela volte. Confira quatro atitudes que podem ajudar - e muito - na luta contra os tumores.


1. Comerás menos carne vermelha e mais vegetais

O consumo excessivo de cortes bovinos e embutidos está associado a modificações celulares que levam ao câncer. Não se trata de aboli-los da dieta, mas dar mais espaço aos peixes. Já frutas e verduras são bem-vindas porque possuem fibras e antioxidantes, substâncias antitumores.

2. Praticarás Exercícios

A atividade física tem de ser regular, a menos que haja contraindicações - não se deve suar a camisa no período que segue a quimioterapia, por exemplo. "O exercício combate a perda de massa muscular e a fadiga", conta a oncologista Maria del Pilar Estevez Diz, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

3. Não tomarás suplementos sem consulta médica

Essa medida vale especialmente para os fitoterápicos que prometem combater o problema. Faltam evidências sobre seu efeito, não existem doses seguras e ainda há o risco de interação com o tratamento oficial. Quem quiser usar precisa conversar com o médico antes.

4. Perderás ou manterás o peso

Os quilos a mais parecem favorecer o aparecimento de diversos tipos de tumor, assim como sua recidiva. "A obesidade pode elevar a quantidade de hormônios que contribuem para a doença nas mamas e no endométrio", exemplifica Maria del Pilar. Olho na balança!

As sequelas da bebida alcoólica

Se você vira o copo só de vez em quando, que mal há? Eis uma notícia de causar ressaca: para a sua saúde, a quantidade é mais prejudicial que a frequência.

Efeitos do excesso de bebida

Beber pouco, mas com mais frequência é menos prejudicial que encher a cara de vez em quando

"Depois da euforia e da desinibição inicial, a capacidade de tomar decisões sensatas desaba. Quem é impulsivo, por exemplo, fica ainda mais", alerta a psicóloga Neliana Buzi Figlie, diretora da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo. Claro, você não precisa abandonar de vez a cervejinha de que tanto gosta. Desde que fique esperta sobre a diferença entre consumo moderado e abusivo, a fim de não acabar no prejuízo. E não é tarefa fácil, pois o efeito de cada bebida varia de amiga para amiga, pois depende de peso, altura, genética e processos químicos, entre outros fatores. Mas uma coisa é certa: nós, mulheres, somos mais vulneráveis aos danos causados pela bebida que os homens. E mais: nosso corpo tem mais gordura, que retém o etanol, e menos água, o que reduz sua diluição. Ou seja, se você bebe tanto quanto os amigos do sexo oposto, pode se dar mal.

Abuso sorrateiro

Um dos culpados por fazer a gente passar do ponto na balada é a crença de que apenas quem sofre de dependência alcoólica corre perigo. Mas a verdade é: quanto mais bebemos, mais tolerante nosso organismo se torna à bebida, fazendo com que a gente avance sem perceber. "O consumo excessivo é uma porta de entrada para o alcoolismo", ressalta Patrícia Hochgraf, psiquiatra e coordenadora do Programa de Atenção à Mulher Dependente Química do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se as informações quanto aos efeitos nocivos imediatos e em longo prazo estão aí, para todo mundo ver, por que viramos um cálice atrás do outro de livre e espontânea vontade? Segundo a psicóloga Jussara Almeida, do Rio de Janeiro, é um dos custos da emancipação feminina. "Como não dependemos mais do dinheiro do marido, nos sentimos à vontade para gastar com o que bem entendermos. Essa liberdade, muitas vezes, nos leva a agir de modo similar ao dos homens a fim de afirmar a igualdade", diz. "Ademais, hoje é socialmente aceitável que uma mulher beba, o que não ocorria no passado", acrescenta.

Pistas antirressaca

Usar o bom senso, então, é fundamental. Quando ele falha, o corpo se encarrega de avisar. Vomitar nada mais é do que uma defesa natural do organismo para expulsar o álcool em excesso. E, quando seu corpo não consegue mais metabolizar o etanol, simplesmente “desliga” algumas atividades, como a retenção de memória. "A amnésia alcoólica é uma constatação de que houve abuso", diz a psicóloga Neliana Buzi. E, vale lembrar: a mulher que bebe além do próprio limite corre mais risco de ser estuprada, fazer sexo desprotegido, sofrer prejuízos financeiros ou acidente de carro.

E não adianta tomar só um tipo de bebida. O senso comum de que misturar fermentados com destilados é que potencializa o efeito ruim não passa de mito. Segundo Neliana, o que interessa é a quantidade de álcool ingerida. "Existe essa falsa percepção porque o teor alcoólico da bebida fermentada, como vinho ou cerveja, é menor do que o de uma destilada, tipo uísque", diz. Dos 38,40% da população que admitiram já ter dirigido alcoolizada, 43% o fizeram em baladas e festas antes de pegar na direção, segundo o Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas e pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, de São Paulo. Não existem estatísticas recentes que relacionem o uso do álcool com mortes no trânsito no Brasil, mas uma pesquisa feita pelo Instituto Médico Legal de São Paulo, em 1999, apontou que cerca de 50% dos casos de morte em acidentes de carro estão relacionados à ingestão de bebidas alcoólicas. Então, é bom pensar nisso antes de pedir mais daquela margarita inocente na balada, concorda?

Hora de parar

Nem sempre é fácil perceber quando a gente anda passando do ponto. A psicóloga carioca Ana Cristina Souza, especializada em dependência química, lista aqui os indicadores mais comuns:

Você acordou com dor de cabeça, enjôo, boca seca e náusea? Cuidado! Essas reações são mensagens que seu corpo envia para avisar que precisa pegar leve na balada seguinte.

Depois da festa, vem o remorso. Ok, arrepender-se de ter dormido com um cara acontece com várias mulheres, mas, se isso acontece sempre depois de uma bebedeira, é provável que o álcool esteja diminuindo sua capacidade de julgamento.

Seus amigos e familiares dizem que você bebe demais e, não raramente, seu chefe reclama das faltas ao trabalho por causa da ressaca.

Se a balada perde completamente a graça sem algumas taças de prosecco, alerta vermelho. Somente sentir-se bem sob o efeito do álcool é um indício de dependência. Melhor procurar ajuda.

Álcool x Espelho

PELE RESSECADA

Como o álcool desidrata o organismo, você pode ganhar rugas precoces. E, como as veias se dilatam, causam vermelhidão nas áreas onde a pele é mais fina - como bochechas, nariz e olhos - e podem, inclusive, se tornar permanentes.

AUMENTO DE PESO

Uma latinha de cerveja tem 147 calorias; uma caipirinha, 360. Sentiu o drama? Para piorar, a ingestão de álcool costuma aumentar ainda mais a sensação de fome no período pós-consumo.

CABELO EM PERIGO

Além de unhas e dentes. O álcool interfere na absorção de nutrientes, mesmo que você tenha uma alimentação saudável.

CARA DE DOENTE

Hipertensão e problemas cardíacos, além de gastrite, síndrome da má absorção, pancreatite, infertilidade, câncer e danos cerebrais, entre outras, são os males mais comuns.

O fim do seu vício em 30 dias

Se você adora café, tem sempre um chocolate na gaveta, não desgruda do cigarro ou de um drinque, é forte candidata ao nosso programa intensivo de desintoxicação

Como controlar seus vícios

Álcool, doce, café ou cigarro: veja como se livrar desses vícios

Caso: álcool

"Bebo muito nos fins de semana. Começo na sexta-feira, depois do trabalho, e vou até domingo. Não sei a hora de parar e nunca acho que estou bêbada. Às vezes, não me lembro de nada no dia seguinte. Sofro com dores de cabeça e de estômago. Acho que preciso aprender a beber socialmente, sem passar dos limites." — Heloisa Melo, 28 anos, analista de importação

O médico Dartiu Da Silveira orienta: você, que bebe esporadicamente, pode tomar até três doses de destilado. Vale lembrar que o álcool demora mais tempo para ser metabolizado pelo organismo feminino - o que aumenta as dores de cabeça e de estômago. Sugiro evitar situações que incitem a sua vontade de beber.

Diário de desintoxicação

Semana 1

No fim de semana, a primeira provação: um churrasco com amigos. Ninguém levou a sério quando disse que não estava bebendo e de dieta. Precisei ir embora mais cedo, pois percebi que algumas brincadeiras não têm a menor graça quando estou sóbria.

Semana 2

Consegui acordar às 5 da manhã e encarar a academia. Outra surpresa: no sábado, jantei com amigos e, enquanto eles se esbaldavam na cerveja, vinho e champanhe, fiquei na água de coco. Até consegui cair na balada sem uma gota de álcool. Valeu a pena: no domingo, acordei cedo e tomei café na padaria - programa que adoro, mas nunca conseguia fazer.

Semana 3

Visitei meus tios no interior de São Paulo. A família toda me provocou oferecendo bebidas. Confesso que não me divirto como antes, por outro lado, estou conseguindo acordar cedo aos sábados para correr no parque antes do curso de inglês - e isso vale o sacrifício.

Semana 4

Terminei com o meu namorado. Pensa que fui para o bar com as amigas afogar as mágoas? Nada! Preferi passear no parque, jantar fora e, de quebra, conheci uma turma bacana, o que me animou.

Resultado final

Pele: está mais viçosa e brilhante. Antes, era pálida.

Corpo: depois de quatro semanas sem álcool e de dieta, emagreci 8 quilos!

Humor: em vez de ficar de ressaca, acordo cedo para aproveitar o fim de semana.

Veredito de Dartiu: o álcool dificultava a regeneração celular da sua pele, conferindo o aspecto pálido de que se queixava. Já a perda de peso não está ligada à abstinência, e sim aos petiscos que parou de ingerir. Não ignore o fato de que você se diverte menos sem o álcool, o que pode ser um indicativo de depressão.

Caso: cigarro

"Sou fumante desde os 17 anos e chego a acender 16 cigarros por dia. Eles me causam tonturas, dores de cabeça, enjoos, insônia e pressão baixa - sem contar o mau hálito, o cheiro ruim das minhas roupas e o medo de câncer. Nunca tentei parar, mas acabei de terminar um namoro e percebi que fumar é uma autopunição." - Alessandra Alé, 28 anos, gerente de vendas

A psicóloga Silvia Cury Ismael orienta: você precisa transpor a dependência da nicotina, a associação do cigarro com prazer e o hábito. Engordar até 5 quilos é normal, pois existe a tendência de querer manter a boca ocupada. Prefira alimentos saudáveis, como cenoura e frutas cítricas, que ajudam a desintoxicar o organismo.

Diário de desintoxicação

Semana 1

Decidi encarar a briga só na força de vontade. Não joguei o maço fora, mas, de segunda a sábado, fumei apenas seis cigarros. No domingo, consegui resistir. Que vitória! Já sinto meus cabelos e pele menos oleosos, porém engordei 1 quilo e a ansiedade aumentou.

Semana 2

Substituí o cigarro por chiclete sem açúcar. Estou mascando um atrás do outro. Minha dor de cabeça é constante, mas tenho ânimo para sair e até tomar vinho - sem fumar, é claro.

Semana 3

Encontrei meu ex-namorado no MSN. Em uma hora, fumei 11 cigarros, sendo que acendi três deles do lado errado. Tive ânsia de vômito, enxaqueca e ainda sinto o gosto amargo do tabaco na garganta. Bom, a novidade é que, agora, tenho embrulho no estômago só de pensar no cheiro.

Semana 4

Fiquei com raiva por ter fumado na semana passada e finalmente joguei o maço fora. Não sinto vontade nenhuma de acender um cigarro.

Resultado Final

Pele: está clara e reluzente.

Corpo: comecei o desafio um pouco abaixo do peso, então o quilo extra foi bem-vindo.

Humor: sempre que me olho no espelho, vejo que meu cabelo, pele e sorriso estão lindos. Que mulher não ficaria feliz?

Veredito de Silvia: você fez bem em cortar o fumo devagar. Só falta deixar de apelar a ele em situações de stress. Nessas horas, a saída é beber água e fazer respiração labial, enchendo o pulmão de ar e o soltando pela boca lentamente. Sem a ação vasoconstritora do cigarro, a oxigenação da sua pele vai melhorar, ficando mais viçosa e sem rugas.

Caso: cafeína

"Gosto de café desde criança. Tomo cerca de 10 xícaras por dia, principalmente durante o trabalho. Adoro o sabor e o pique que me dá. Atualmente, ando sentindo dores no estômago e na cabeça, meus dentes estão amarelados e as mãos, às vezes, trêmulas." - Juliana Dionísio dos Santos, 24 anos, publicitária

A nutricionista Maria Cecilia Corsi orienta: a cafeína é um estimulante que deixa o sistema nervoso alerta. Para sentir seu efeito, duas xícaras de café bastam. Mais do que isso pode causar náuseas, ansiedade, dor de cabeça e palpitações. Para se livrar do vício, o ideal é diminuir as doses, substituindo o cafezinho por chás e, depois, sucos.

Diário de desintoxicação

Semana 1

Comprei chás de camomila e erva-cidreira, que ainda têm cafeína, mas em menor quantidade. Quando quero beber café, apelo para eles. De cara, já percebi melhoras: não sinto mais dores em cima dos olhos e meu sono está tranquilo.

Semana 2

Substituí os chás por suco de laranja. Estou ótima. Pensei que me sentiria sonada, mas tenho muito pique mesmo depois de dormir tarde e acordar cedo. A azia passou completamente e tive a impressão de que meus dentes estão menos sensíveis.

Semana 3

Ok, eu confesso. Vacilei na sexta-feira. Estava de ressaca e simplesmente precisei de uma xícara de expresso. A verdade é que, minutos depois de me deliciar com a bebida, tive uma pontinha de dor nos olhos e fiquei acelerada.

Semana 4

Estou trabalhando demais e não preciso tomar nada para me manter acordada. No entanto, mesmo tendo me livrado das dores de estômago e as de cabeça terem sumido, não quero riscar o café para sempre da minha vida. Afinal, adoro o sabor.

Resultado Final

Pele: não senti alterações.

Corpo: não tenho mais dores de cabeça ou de estômago.

Humor: definitivamente, estou mais calma. Achei que a falta de cafeína me deixaria sonada durante o dia, mas não tive problemas em me manter acordada.

Veredito de Maria Cecilia: a cafeína é vasoconstritora e pode causar dor de cabeça. Além disso, aumenta o desconforto estomacal de quem tem predisposição a gastrite. Mas não há mal algum em tomar uma xícara de café ao acordar e outra no final da tarde, de preferência diluído no leite.

Caso: açúcar

"Não passo um dia sem doces. O problema é que sempre exagero: posso comer um pacote de bolacha ou uma barra inteira de chocolate. Como sou magrinha, não me importo de me esbaldar no açúcar. Sei que não é saudável, mas como resistir?" - Natália Nobeschi, 22 anos, atriz

A nutricionista Flora Lys Spolidoro orienta: sabe por que você fica feliz depois de um bombom? O açúcar ativa a serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Por outro lado, o organismo quebra e absorve essa energia rápido, fazendo a fome voltar logo. Para adoçar a boca, opte por frutas secas, que são mais doces.

Diário de desintoxicação

Semana 1

Minha cunhada fez bolo coberto de brigadeiro. Fiquei nervosa só de ver aquela delícia sabendo que não podia tocá-la. Precisei ir embora para me controlar.

Semana 2

Não senti vontade de comer doces, o que é um milagre. Porém, estou descontando minha ansiedade nos salgados. Não perdi peso e meu cabelo está menos rebelde.

Semana 3

Minha casa está repleta de tentações: pão de mel, bolos, balas, chocolates... Não consegui resistir e sucumbi a um bombom. Na hora, senti um alívio, mas logo tive dor de estômago.

Semana 4

Minha filha fez aniversário e preparei várias guloseimas. Apesar da vontade de atacar os brigadeiros, fui forte e me contentei em apenas sentir o cheiro. Aprendi a controlar minha ansiedade, mas continuo sonhando com o bolo recheado com musse de chocolate.

Resultado final

Pele: diminuiu a oleosidade na zona T.

Corpo: perdi 2 quilos e meu cabelo está brilhante.

Humor: nas duas primeiras semanas, me irritava muito. Depois, o humor voltou ao normal.

Veredito de Flora: a irritação nas primeiras semanas é sintoma da abstinência, mas seu organismo aprendeu a controlá-la. O cabelo e a pele melhoraram porque seu fígado não estava sobrecarregado metabolizando tantos doces. Você pode comê-los com moderação, de preferência depois das refeições, evitando, assim, picos de euforia causados pela liberação de serotonina - o que desencadeia a compulsão.

Absorventes: 10 coisas que você precisa saber

Quanto tempo você leva na frente da prateleira dos absorventes no supermercado? São tantas opções que fica até difícil decidir qual deles levar para casa. Mais importante do que acertar o tipo é conhecer as formas saudáveis de usá-lo. Veja aqui!

Dúvidas sobre absorventes

Tudo o que você sempre quis saber sobre os absorventes

P. Corro tanto o dia inteiro que às vezes me esqueço de trocar. Isso é muito arriscado?
R. É importante trocá-lo a cada quatro horas. Ou até menos, se o seu fluxo for intenso e ele ficar muito carregado antes disso. O sangue é um veículo perfeito para a proliferação de bactérias, que podem provocar infecção.

P. Já inventaram absorvente ecológico?
R. Nos Estados Unidos já existe uma alternativa aos tampões. É o DivaCup, que se parece com uma taça pequena, sem o pé. Sua utilização é bem parecida com a do absorvente interno. Outra modalidade, encontrada aqui mesmo no Brasil, é o aBiosorvente. Feito de flanela de algodão, ele é reutilizável e deve ser lavado após o uso.

P. Acho tão prático usar o tampão interno! Como sei o tamanho certo?
R. Escolha o que se adapta à quantidade do seu fluxo, não o que imagina ser ideal para seu peso ou altura. Usar um com poder de absorção maior do que o necessário pode provocar ressecamento da vagina e ferimentos na hora de retirá-lo. Na dúvida, fique com o pequeno e substitua-o ao perceber que precisa ou com quatro horas de uso. Jamais escolha um maior só porque deseja mudá-lo menos vezes.

P. Nunca sei se meu tampão está no local adequado. Como checar?
R. Você terá certeza de que inseriu o tampão no lugar certo se não perceber que está usando. Isso porque as terminações nervosas da vagina ficam localizadas apenas no primeiro terço do canal, bem pertinho da entrada. Ele deve ficar posicionado no terço médio do canal, sem risco de bloquear o fluxo.

P. Meu namorado não gosta de ver sangue. Posso transar com um absorvente lá dentro?
R. Melhor não. O pênis vai acabar empurrando o tampão ainda mais para dentro, o que poderá machucá-la. Portanto, mesmo que o rala e rola esteja quente, peça licença, vá ao banheiro e puxe a cordinha!

P. O que fazer se o barbante do tampão sumir?
R. Nada de desespero! Lave as mãos, fique de cócoras, lubrifique o polegar e o indicador e introduza-os na vagina. Isso ajudará a encontrar o danado com facilidade. Agora, se não conseguir, procure o médico.

P. A cobertura do absorvente é segura para a saúde?
R. Existem dois tipos de cobertura para o produto externo. Uma mais macia, com extrato de algodão; outra de polietileno, com textura de plástico. Segundo Alexander Froio, gerente de assuntos regulatórios da Procter & Gamble, nenhuma amostra do produto gerou indícios de alergia ou sensibilização durante os testes.

P. Sofro com uma candidíase que vai e volta. Tudo bem usar tampão?
R. Como mulheres alérgicas são mais vulneráveis a infecção vaginal por fungos, os absorventes internos e os perfumados estão contra-indicados a elas.

P. Quando é melhor lançar mão do absorvente externo?
R. Prefira os externos se estiver com alguma infecção na pele perto da região genital. Assim, evitará “carregá-la” lá para dentro. E não se esqueça de lavar as mãos antes e depois de realizar a substituição para evitar contaminações por estafilococos, bactérias que sobrevivem facilmente nas mucosas e podem se multiplicar bem ali, na sua vagina. Se na hora de dormir o fluxo for intenso, lance mão do tipo “noturno”, que é mais comprido e evita surpresas ao despertar. “As abas também são ótimas para prevenir vazamentos”, explica Fernanda Bruzadin, cientista do centro de pesquisa e tecnologia da Johnson & Johnson.

Bendito amendoim: ele ajuda na dieta, protege o coração e pode até melhorar sua libido

Ao contrário do que muita gente pensa, o petisco não é um vilão no cardápio; se consumido na medida certa, ele pode ajudar - e muito - seu metabolismo


Seja para acompanhar a cervejinha, na culinária ou nos quitutes da festa junina, o amendoim é uma preferência nacional (sete a cada dez brasileiros costumam comer a semente). É o que revela
uma pesquisa realizada pelo Ibope. Mas, ao contrário do que a maioria pensa, o petisco não é um vilão. Segundo um estudo da Universidade Federal de Lavras (MG), embora bastante calórico,
ele acelera o metabolismo e promove a sensação de barriga cheia, sendo, portanto, um aliado da dieta: “Precisa ser muito mastigado – o que ativa o centro cerebral que controla a saciedade e faz
com que a fome demore mais para aparecer”, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori. Além da mãozinha na hora de emagrecer, o alimento contém nutrientes fundamentais para diminuir o colesterol e proteger o coração. Descubra os segredos dessa delícia, mas não exagere na hora de petiscar! A recomendação é comer, no máximo, 30 g de amendoim por dia – o equivalente a uma mão fechada.

Amendoim é bom para...

Aumentar a libido: A ciência comprova e o segredo está no alto teor de zinco – nutriente vital para a produção de hormônios sexuais. Mas esse efeito só pode ser observado com o consumo frequente.
Combater a celulite: A semente contém nutrientes importantes que ajudam a evitar as temidas ondulações na pele.
Fortalecer os ossos: Sua taxa de potássio ajuda a evitar cãibras e a fortalecer os ossos, diminuindo o risco de osteoporose.
Prevenir o câncer: Seu alto teor de selênio e vitaminas é eficaz na redução da incidência de cânceres de pulmão, colorretal e próstata.
Fortalecer a defesa do organismo: É rico em arginina, aminoácido capaz de estimular o sistema imunológico e de combater sintomas da tuberculose.
Proteger o coração: fonte de ácidos graxos monoinsaturados (gorduras do bem), o amendoim diminui os níveis de colesterol e triglicérides, protegendo contra doenças cardiovasculares.
Retardar o envelhecimento: o amendoim é fonte de vitamina E, que tem propriedades antioxidantes, ou seja, evita a oxidação das células e, consequentemente, o envelhecimento precoce.

Outros 5 bons motivos para comer amendoim
- Afasta a fadiga o mau humor.
- Fortifica unhas e cabelos.
- Ajuda na cicatrização.
- Converte os estoques de gordura corporal em energia.
- Fortalece e aumenta a resistência dos músculos.

Acerte na escolha

Natural - Esta é a forma ideal para consumir o amendoim. A casca vermelha é muito nutritiva.
Torrado - Deste modo, preserva todos os nutrientes.
Paçoca - Tem excesso de açúcar na composição.
Pé de moleque - O caramelo da receita é armadilha.
Japonês - Cuidado! Tem muito sódio.

Como usar salto alto sem prejudicar sua saúde

Atenção, mulheres: viver nas alturas pode ser arriscado. Mas, seguindo esse guia você vai continuar vendo tudo de cima sem prejudicar sua saúde

Salto alto sem prejudicar a saúde

Dicas para a sua saúde não ser uma vítima do salto alto

Amamos salto. O problema é que passar muito tempo no andar de cima pode deformar o, atrofiar a musculatura das panturrilhas e causar dores de coluna. Como não pretendemos abandonar essa poderosa arma de sedução, melhor aprender a usar os modelos que arrasam sem tropeçar na saúde, certo? Segundo os especialistas, saltos de apenas 3 centímetros causam praticamente os mesmos danos que uma torre de 10. "Com qualquer um dos dois, os passos se tornam mais curtos e lentos", diz Cibele Réssio, ortopedista com especialização em pés e tornozelos pela Universidade Federal de São Paulo. O resultado é um sofrimento. A planta do pé dói e ganha calosidades, os dedos tomam a forma de garras. Sem falar do joanete, que é 50% obra dos saltos. "Com esse tipo de calçado, a pressão de sustentação do seu corpo, que geralmente se distribui por toda a sola, se concentra no dedão e no vizinho. Essa sobrecarga causa lesões", explica ela.

É comum também observar lordoses e o encurtamento da musculatura posterior das pernas. O teste para ver se esse mal já pegou você é descer à terra firme. "Se descalça sentir estiramento nas coxas, panturrilhas ou costas, é porque pode estar sofrendo de atrofia", alerta. Virar o pé também se torna mais freqüente, o que pode acabar causando rompimento de ligamentos. Antes que você compre um novo par, veja o risco que cada tipo de salto oferece à saúde.

Agulhas matadoras

Parece um complô do Universo: segundo os médicos, quanto mais alto e fino o salto, maior o tombo. Ou seja, quanto mais sexy a sua sandália de tiras, mais perigosa para a saúde. "Esse tipo de calçado prejudica o equilíbrio, aumentando as torções no tornozelo", explica Ari Zekcer, especialista em ortopedia e traumatologia. A boa notícia é que os agulhas com meia plataforma na frente, diminuem os problemas. "Tudo porque a inclinação do calcanhar fica menor", esclarece a dra. Cibele.

Quadrado quase perfeito

Já os saltos retangular e quadrado apresentam risco intermediário. Por possuírem maior superfície de contato com o chão, aumentam a estabilidade. Outra opção é o tipo cone. Ele ajuda no equilíbrio, já que a haste sai do centro do calcanhar e não da parte traseira do sapato. Se tiver meia plataforma na frente, melhor ainda.

Plataforma do sucesso

"O salto ideal deixa o pé quase paralelo ao chão", diz a dra. Cibele. "Por isso, apesar de a caminhada se alterar assim que o pé sai do nível do solo, o trio plataforma, anabela e anabela com plataforma é o que gera menores danos. Os três distribuem melhor o peso do corpo pelo pé", conta. Em tempo: o mesmo vale para as rasteirinhas, totalmente liberadas e aclamadas pela moda atual.

Manual para as amantes de saltos



Sobe e desce

A boa pedida, no dia a dia, é alternar os tipos e o tamanho das torres do poder e da sedução. Se já sabe que vai querer vestir uma sandália altíssima à noite, melhor ir trabalhar de plataforma, anabela ou mesmo com uma delicada flat. Passou o expediente nas alturas? Calce o chinelo assim que chegar em casa. "Descansar o pé é essencial. E isso significa vestir um calçado que o deixe até 3 centímetros do solo ou até ficar descalça, o que é ainda melhor", aconselha a ortopedista.

Na hora da compra

Mulher esperta deixa para ir à loja no fim da tarde ou à noite, quando os pés já estão inchados pelo maior fluxo de sangue e distensão normal dos ligamentos. "O ligeiro aumento de tamanho é suficiente para incomodar se o calçado estiver justo", diz a dra. Cibele. E, então, experimente sempre o par completo. "A maioria das pessoas tem um pé maior ou mais largo que o outro, mas não necessariamente o esquerdo ou o direito. Isso pode variar", explica.

Espaço extra

Ao escolher o sapato, vale reservar 1 centímetro entre a ponta e o dedão para permitir o movimento do pé durante a caminhada. Não acredite nessa história de que ele vai lassear. "O que acontece é que o calçado se deforma e, além de incomodar, vai gerar calos e até unhas encravadas", fala ela.

Fino, redondo ou aberto?

Já foi o tempo em que sapato de bico fino fazia os dedos ficarem amontoados. “Hoje, os estilistas desenham modelos confortáveis. O pé termina antes de o calçado afunilar”, diz a médica. Os redondos, também na moda, estão liberados, assim como os abertos na frente. “O importante é que o pé esteja confortável e os dedos tenham espaço para se mexer livremente.”

Amarradona

As tiras ou pulseiras que prendem os sapatos no tornozelo, além de serem um charme, evitam que o movimento natural da caminhada mude. E são ótimas para evitar uma torção, já que o pé fica bem preso. Justas demais, no entanto, podem dificultar a circulação. Por isso, maneire no aperto!

Estica e puxa

Finalmente, não dá para abrir mão de alongar a região da panturrilha, das coxas e das costas. Aqui vão três exercícios fáceis para evitar o encurtamento dos músculos:

De frente para a parede, apóie as duas mãos nela. Flexione a perna direita à frente e estique a esquerda, mantendo os calcanhares no chão e a ponta dos pés na direção da parede. Mantenha a coluna reta.

Sentada num colchonete, afaste as pernas e mantenha os pés apontados para cima. Leve as mãos à ponta dos pés e desça o tronco à frente do corpo. Mantenha os olhos voltados para o chão. Não force muito a abertura das pernas.

De lado, coloque o pé direito sobre uma mesa que tenha a altura dos seus quadris, mantendo o esquerdo apoiado no chão, de modo que fique levemente voltado para fora. Tente levar sua mão direita até a pontinha do pé que está sobre o móvel. O braço esquerdo deve estar arqueado por cima da cabeça, na mesma direção do outro. Atenção: não deixe o tronco cair para a frente.

Exames pré-nupciais são uma boa aposta!

Garantir a fertilidade no futuro, ter uma gravidez tranquila ou simplesmente evitar doenças sexualmente transmissíveis. É para tudo isso que checkup a caminho do altar está em alta!

Exames pré-nupciais

Descubra tudo que os exames pré-nupciais podem detectar

Saiba que hoje o grupo que mais procura por eles é o das solteiras, sexualmente ativas e sem planos a curto prazo de aumentar a prole. É o seu perfil? Essa preocupação faz sentido, uma vez que a maioria de nós, mulheres, adotou a prevenção como palavra de ordem quando o assunto é saúde. Quer um exemplo? Pense em quantos parceiros sexuais teve nos últimos três anos. E quantas mulheres, além de você, eles levaram para a cama? Dependendo das respostas, corre mais ou menos risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST), e elas são detectadas nos exames pré-nupciais. Não por acaso, ginecologistas e laboratórios constataram que cada vez mais mulheres incorporam à rotina anual esses cuidados para tratar uma infecção assim que ela aparecer ou quando começam um novo relacionamento - o que é uma ótima oportunidade para fazer um checkup no namorado.

Um terceiro motivo é a tendência de jogar a gravidez para a frente. Essa investigação ajuda o médico a avaliar a quantas anda a sua fertilidade e a indicar por quantos anos pode adiar o sonho de ser mãe. Há ainda esta razão: aplacar uma preocupação das mulheres quando se apaixonam, a de que terão um bebê normal. "Os exames permitem que o casal seja preparado para uma gestação saudável", afirma o ginecologista Marco Antônio Lenci, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Ou seja, podemos fazer o diagnóstico precoce, o tratamento e até a prevenção de doenças."

Já para o laboratório

Verdade que a lista de exames é grande, principalmente para nós, da ala feminina. Alguns deles, no entanto, só são pedidos quando existe indicação específica, como a presença de uma doença na família, hábitos de vida comprometedores ou o desejo de ter filhos rapidamente. Também vale lembrar que apenas os mais simples e usuais costumam ser pagos pelos convênios médicos, salvo exceções. A seguir, levantamos os principais recomendados pelo dr. Lenci e pelo urologista Rafael Castilho Jacob, da Sociedade Brasileira de Urologia.

Para conhecer melhor seu corpo e o dele

VOCÊ

Ovulação: pelas dosagens hormonais, via exame de sangue, e pela ultrassonografia, é possível ver se você está ovulando regularmente ou se existe um desequilíbrio — como a presença de pequenos cistos nos ovários (ovários policísticos), que pode prejudicar uma futura gravidez.

Clamídia: exame feito com a secreção do colo do útero para pesquisar a presença dessa bactéria, que destrói as tubas uterinas — canais que transportam o óvulo ao útero. A gestação, se ocorrer, tende a ser problemática.

VOCÊS DOIS

Hemograma: exame de sangue que detecta anemia e infecções.

Exame de sangue: para verificar níveis de colesterol e triglicérides.

Hepatites B e C, sífilis e aids: o exame de sangue também detecta essas doenças. Para a hepatite B, há vacina.

Para ter uma gravidez sem sobressaltos

VOCÊ

Sorologia para rubéola: é preciso saber se você tem defesa contra a doença, que provoca más-formações no bebê. Hoje, os laboratórios recomendam tomar duas vacinas (em vez de uma) para garantir a imunização.

Toxoplasmose: provoca problemas como cegueira e má-formação cerebral em qualquer fase da gestação. Infelizmente, não existe vacina. Por isso é importante saber se você tem os anticorpos e, caso contrário, dobrar os cuidados (como evitar carne crua e leite não pasteurizado).

Citomegalovírus: da mesma família do herpes, esse vírus pode ser transmitido para o feto, causando graves problemas mentais. Também não existe vacina, o que é mais um motivo para você saber se está imunizada.

Tipagem sanguínea: o exame detecta a incompatibilidade de fatores Rh. Se você é positivo ou se ambos são negativo, não existe problema. Mas, se você for Rh negativo e o futuro pai positivo, há chance de o bebê ter o tipo de sangue do pai, o que provocará uma incompatibilidade com o seu. Na primeira gravidez, o problema é contornável, já que o sangue da mãe e o do bebê só entram em contato no parto. Mas nas seguintes o corpo reage, formando anticorpos, e o desenvolvimento da criança é prejudicado. Para evitar isso, a mãe pode tomar uma vacina durante a gestação.

VOCÊ

Ultrassonografia pélvica: o exame vai avaliar seus órgãos reprodutivos e verificar se há alguma má-formação que possa complicar a gravidez ou até mesmo impedir que ela ocorra.

ELE

Espermograma: aquele em que o homem entra em uma cabine e precisa ejacular em um potinho para coletar esperma. Ele é simples, rápido, indolor e revela a qualidade dos espermatozóides, como seu formato, velocidade e quantidade, e se o meio em que vivem está saudável. Ainda detecta infecções que muitas vezes não apresentam sintomas e que podem comprometer a fertilidade. Com tratamento, a situação é revertida.

VOCÊS DOIS

Cariótipo: com algumas células da parte interna da bochecha (basta raspar o cotonete para colher o material; não dói nada), é feita uma avaliação dos cromossomos para detectar alterações no seu número e forma. Com isso, o médico consegue prever se o casal terá dificuldade para gerar um bebê e o risco de haver deformações. Ele é indicado para mulheres que já sofreram abortos naturais e para casais que tiveram filhos ou parentes com problemas genéticos.