Entenda as restrições para quatro tipos diferentes de massagens

Saiba quem deve evitar o shiatsu, a ayurvédica, a drenagem linfática e a modeladora

Mulher faz massagem

Grávidas e hipertensos não podem fazer todos os tipos de massagens
Foto: Getty Images


Opções de massagem não faltam. Mas para que serve cada modalidade? Entenda os benefícios e as restrições de quatro tipos delas:

Shiatsu
Com pressão, os dedos atuam sobre os meridianos do organismo, tirando dores e tensões. Não é indicada para pessoas com hipertensão, febre, fraturas, qualquer tipo de câncer e infecções.

Ayurvédica
É uma vigorosa massagem indiana que estimula os músculos e a circulação e libera as toxinas. Por meio de toques fortes feitos com as mãos, os cotovelos e os pés, ela ajuda a realinhar a postura, aliviar tensões, fortalecer o sistema imunológico e é um reforço antiestresse e antidepressivo. Não é indicado para grávidas.

Drenagem linfática
Estimula o sistema linfático. Diminui a retenção de líquidos e, no pós e pré-operatórios, ameniza edemas. Não é adequada para quem tem tumores, inflamações, trombose ou problemas na pele e para gestantes com pressão alta.

Modeladora
Movimentos fortes e rápidos pelo corpo que desmancham a gordura das células. Ótima para quem quer perder medidas e eliminar celulite. Não é recomendável para quem tem algum tumor, problemas de pele, trombose ou processo inflamatório, como virose.

Perdoar barra doenças e proporciona uma sensação de paz

Perdoar é um ato amoroso que demanda muita reflexão, mas, quando praticado, barra doenças e proporciona uma perene sensação de paz

Perdoar proporciona uma deliciosa sensação de liberdade

Uma técnica havaiana, chamada oponopono, que significa "amar a si mesmo", prega a cura interior antes de trabalhar o que está fora. Em outras palavras: à medida que você se cuida, seu mundo se modifica para melhor. Segundo o escritor e arquiteto Carlos Solano, essa técnica, usada para fazer prosperar a condição da casa, também pode ser adotada em prol dos relacionamentos amorosos, familiares e profissionais. "Eu sinto muito, eu te amo" é um dos mantras do oponopono, uma amorosa forma de dizer perdão. "Acho que o fato de perdoar, seja um acontecimento, seja uma pessoa, afeta a estrutura inteira de sua vida. Tanto faz escolher perdoar-se primeiro ou a outra pessoa. O que conta é entrar na frequência do perdão, que libera o peso do passado e abre caminhos", afirma Solano.

Perdoar, afinal, não remete apenas ao outro, mas, primeiro, a si mesmo. E isso, acredite, faz um bem danado: para a saúde do corpo, para o bem-estar da alma, para os relacionamentos e é uma habilidade que pode ser aprendida e praticada por qualquer um por meio dos mantras do oponopono ou até por exercícios de autoanálise.

O perdão ajuda você a ter controle sobre seus sentimentos, é uma habilidade que pode ser aprendida e praticada em sua rotina. Isso significa tolerar o motorista que deu aquela fechada no trânsito, desculpar a atendente da loja pelo mau humor, se perdoar por sentimentos negativos, ações incorretas e histórias passadas.

O bem que faz para a saúde

Segundo o especialista Fred Luskin, perdoar ajuda a barrar o desenvolvimento de problemas cardíacos e reduz os índices de câncer e outras doenças ligadas aos sentimentos negativos. Além disso, traz o delicioso sentimento de paz. "Paz na mente, no corpo e no espírito. Há um grande alívio por não precisar guardar mais ressentimentos, rancores e mágoas. No início da prá­tica, a paz surge em pequenas on­das, mas, com o tempo, vai tornando a pessoa mais forte, mais cal­ma e capaz de enfrentar outras dificuldades", afirma.

Luskin ensina seu método. Ele mostra, por exemplo, que precisamos aprender, primeiro, a desculpar as pequenas atitudes do dia-a-dia. As coisinhas que incomodam, como o fato de o seu parceiro ter esquecido de levar o cachorro para passear. Outros pontos em que o psicólogo americano toca: cada um de nós deve reconhecer que ninguém é perfeito - inclusive a gente mesmo -, aceitar o que não podemos mudar e ter paciência consigo. O pesquisador já exercitou o método de trabalho com casais, jovens e profissionais de empresas. Uma de suas experiências mais marcantes foi um projeto realizado na Irlanda do Norte com famílias que perderam os filhos por causa da violência política e religiosa. "Ao conseguir perdoar os assassinos de seus filhos, as mães deixaram a depressão e o pessimismo, adquirindo força para lidar com isso", conta.

Para o teólogo Francisco Catão, escritor e professor de teologia do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), existem duas categorias de pessoas quando o assunto é perdoar: as que entendem o perdão e as que não entendem. "Essa atitude é a caixa-preta da paz", afirma. E, assim como as teorias de Luskin e a técnica havaiana do oponopono, o teólogo Catão acredita que o ato de perdoar possibilita um grande aprendizado - sobre o outro e sobre si próprio - e coloca as relações humanas em outro patamar: "É o nível do amor, o que falta na humanidade hoje", finaliza. Então, que tal começar o ano treinando o perdoar? Quem mais ganha com isso é você.

Por que é tão difícil perdoar?

Para a neuropsicóloga e terapeuta cognitiva Maria Carla da Silva, existe a dificuldade de perdoar porque as pessoas confundem o perdão com uma demonstração de fraqueza, quando ele é justamente o contrário: sinal de força de caráter, altruísmo e amor à vida. "É uma alforria da dor e existe em três dimensões temporais. Quando você perdoa, liberta o passado, ocupa o presente da maneira certa e vê esperança no futuro. O perdão permite nos reconciliar não só com as pessoas mas também com a própria vida", diz Maria Carla. No campo neurológico, ela explica que o perdão equivale a um banho de vida, já que o sistema límbico é favorecido. "As memórias negativas se apagam e o cérebro e todo o organismo são recompensados porque ficam livres de um fardo energético."

Evite a pressão alta!

Conheça as principais causas da pressão alta e descubra como prevenir ou controlar esse problema

A pressão alta atinge aproximadamente 30 milhões de brasileiros

A pressão alta atinge aproximadamente 30 milhões de brasileiros, e um dos causadores é a obesidade. Aprenda a manter seu coração sempre saudável!

1. O que causa pressão alta?
· Estar acima do peso. Isso não é apenas uma questão estética, a obesidade aumenta (e muito) a pressão.
· Sal em excesso na alimentação.
· Estresse.
· Ingerir muita bebida alcoólica.
· Não fazer exercícios físicos.
· Menopausa, no caso de algumas mulheres.
· Fator hereditário, ou seja, quem tem pais com pressão alta pode ter o problema também.
· Anticoncepcional, para adolescentes com predisposição a desenvolver a doença.

2. Como descobrir?
A melhor forma é medir a pressão frequentemente. "As mulheres devem pedir que o ginecologista meça nas consultas de rotina", orienta Luis Aparecido Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor. Não existem sintomas específicos, mas fique atenta se tiver:

· Dor de cabeça.
· Tonturas.
· Dores no peito frequentes.
· Falta de ar.
· Alterações de visão, como vista embaçada.
· Sangramentos no nariz.

3. O que não devo comer?
Primeiro, diminua o sal da alimentação diária. "Consuma três colheres (café) rasas de sal por dia. Além disso, evite alimentos processados (sopas prontas, macarrões instantâneos), embutidos (presunto, mortadela, queijos), salgadinhos, enlatados, alimentos congelados, temperos prontos e molhos para salada", indica o especialista. Para que os alimentos tenham sabor, aposte em temperos como alho, ervas...

4. Como é o tratamento?
A maioria dos hipertensos precisa tomar remédio (às vezes, pelo resto da vida), evitar alimentos que piorem a pressão e ainda praticar atividades físicas. Seguindo à risca esses três passos, a pressão ficará controlada.

5. Como controlar?
Pratique atividades que diminuam o estresse, como: ioga, assistir a um filme em família, ler um livro agradável. E a vida sexual também influencia. Portanto, se o amor estiver em alta, a pressão pode baixar.

Cogumelos combatem o envelhecimento e previnem doenças

Incluir os cogumelos no seu cardápio traz inúmeros benefícios para a sua saúde, com poucas calorias ou goduras

Sempre escolha cogumelos firmes e sem manchas

Você sabia que os cogumelos fazem superbem para a sua saúde, além de carregar pouquíssimas calorias e facilitar o funcionamento do intestino? Essas propriedades são cientificamente comprovadas, portanto pode encher o prato!

Escolha seu tipo
Shimeji, shitake, paris, portobello, hiratake... A única coisa que importa na escolha é seu gosto pessoal. Isso porque, em geral, os diferentes tipos de cogumelo apresentam valores nutricionais bem parecidos. Uma porção de 100 g tem uma quantidade bem baixa de calorias: em média 35. Um estudo realizado pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, em Campinas (SP), determinou seus valores nutricionais e concluiu que o cogumelo possui até 2,3 g de proteínas, que, você já sabe, são importantes para o ganho de massa magra, e até 3,9 g de fibras, fundamentais para o bom funcionamento do intestino e de grande ajuda no controle do colesterol.

Os nutrientes
Entre as vitaminas, os cogumelos possuem C, B1 e B2. A primeira é conhecida por suas propriedades antioxidantes, ou seja, que atuam no combate ao envelhecimento das células, enquanto as outras duas pertencem ao complexo B e têm grande peso na sua saúde mental. Vale saber ainda que esses alimentos têm fósforo (bom para ossos e dentes) e folato (previne doenças cardiovasculares e degenerativas, como Alzheimer).

Os cogumelos têm ainda betaglicanas, que são importantes porque incentivam as defesas do organismo, ajudando no combate de infecções e tumores. "Eles estimulam o sistema imunológico e têm se mostrado importantes aliados no tratamento complementar de doenças que afligem a população mundial, como câncer, lúpus, hepatite e HPV", diz a nutricionista Patrícia Ornellas, do Saison Spa, em Itaipava (RJ).

Como comprar
No supermercado, só coloque no carrinho se estiverem firmes e sem manchas. Passe longe das embalagens muito úmidas. Em casa, eles são bem conservados na geladeira por mais ou menos uma semana.

Já para o prato!
Outra supervantagem dos cogumelos é que eles são fáceis de preparar. Vão bem refogados, sobre um pão para montar uma deliciosa bruschetta, como acompanhamento, na massa, na salada, com mel... Basta lavá-los bem para tirar a terra e outras impurezas. Só não deixe de molho em água para que eles não percam o gosto. E todo mundo pode comer!

SUPERPODERES
Fortalecem as defesas do organismo, ajudam a combater o envelhecimento celular e facilitam a digestão e o funcionamento do intestino

ARMAS SECRETAS
Têm folatos, relacionados à prevenção de doenças degenerativas e cardiovasculares

VALORES NUTRICIONAIS
Em média, 35 calorias a cada 100 g, baixo teor de gorduras e boa quantidade de proteínas

Prós e contras da reposição hormonal

Conheça os principais riscos que envolvem a reposição hormonal ao longo da menopausa

A terapia de reposição hormonal faz engordar, em média, 2 quilos

Primeiro, vem o climatério, que marca o término do período reprodutivo, em média a partir dos 45 anos. Depois, a menopausa, o fim definitivo da menstruação, por volta dos 50. Cerca de 60% das mulheres sofrem dos principais sintomas da baixa hormonal: ondas de calor, sudorese noturna, insônia, alterações no humor, diminuição da libido, fadiga e ressecamento vaginal. Em geral, os desconfortos duram entre um e dois anos. Mas, para 25% delas, a angústia pode chegar a cinco anos. Para combater os inimigos da qualidade de vida, dá-lhe reposição hormonal. Mas, atenção, há alguns riscos que devem ser ponderados:

· Na ânsia de oferecer sensação de bem-estar, muitos ginecologistas chegam a receitar a reposição para todas que chegaram à menopausa. A prática foi reavaliada. Agora, vale o princípio básico da medicina: nenhum tratamento serve indiscriminadamente para todos.

· A reposição ficou reservada àquelas que sentem os desconfortos da menopausa e que não tenham contraindicação, como histórico familiar de câncer de mama.

· O tratamento de reposição é feito com o uso dos hormônios estrogênio e progestagênio ou de substâncias com a mesma ação, como a tibolona e as isoflavonas. Sempre em diferentes dosagens, variando conforme o perfil clínico da paciente. Podem ser usados por via oral, transdérmica, adesivo ou gel, e transvaginal, com implantes ou spray.

· Não há dúvidas de que a reposição hormonal melhora o ressecamento da pele e a lubrificação vaginal, normaliza a libido, reduz a queda e melhora a textura dos cabelos, diminui a insônia e aumenta a qualidade dos ossos.

· Mas estudos clínicos relatam o aumento de risco de câncer de útero devido ao uso exclusivo de estrogênios. O problema praticamente desaparece quando associado à progesterona. Também há relatos dos riscos de diagnóstico de câncer de mama em mulheres que se submeteram à reposição hormonal por vários anos.

· A terapia de reposição pode provocar ganho de peso de, em média, 2 quilos, em razão do aumento do apetite e da retenção de líquidos.